sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Não negue

Não negue, nem tente
Pois da sua memória sei que não escapo
No breve silêncio, na compatibilidade ausente
É lá que eu estou
Num final de noite, numa manhã de Domingo
Quando o encantamento por um momento esvanece
É a minha voz no seu ouvido que te aquieta
É a minha presença que sua distância não esquece
Do seu lado não me quer
Distante menos ainda
Quando tão perto teme a mulher
Quando tão longe sente falta da amiga
Não negue, nem tente
Sou a calmaria do seu mar
Nas profundezas da sua mente
Eu sempre vou estar
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(Eu escrevi esse poema para o meu atual namorado, em tempos remotos... Postei só agora porque hoje em dia é menos polêmico! Hehe)

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